Arquivo de Março, 2008

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Vacina contra VC

19 19UTC Março 19UTC 2008

Esses dias estava pesquisando sobre doenças contra as quais devemos nos vacinar. Não por uma questão de ser ou não hipocondríaco, mas porque queria saber se havia necessidade de algum tipo de vacina específica para viajar pro exterior. Pra Irlanda não há! Mas eu preferi me vacinar de qualquer forma.

Aliás, vou utilizar meu espaço no blog para pedir aos leitores que se informem sobre o assunto. Aqui o calendário de vacinação do adulto e do idoso do Ministério da Saúde! Fica aí a dica. Chico também é responsabilidade social! ;)

Conforme consta no calendário, pessoas acima de 20 anos devem receber as vacinas dT (Dupla tipo adulto), Febre Amarela e SCR (Tríplice Viral), contra Difteria e Tétano, Febre Amarela (dã) e Sarampo, Caxumba e Rubéola, respectivamente.

A Triplice Viral eu já havia tomado na Embrapa ano passado, então não havia necessidade. A dT eu não tomei e nem tenho pretensão de tomar. Resta a da Febre Amarela. Foi contra a dita cuja que resolvi me vacinar.

Não que a dT não seja importante. Se eu não precisasse, não tomaria nenhuma delas. Ignorância minha, eu sei. Mas é que a gente sempre vai adiando qualquer tipo de compromisso relacionado a saúde. Ou eu tô mentindo?

A situação é que eu realmente optei por me vacinar contra a Febre Amarela porque alguns países fazem essa exigência aos estrangeiros antes de permitir sua entrada. E eu, mais novo viajante do pedaço, não tô com a mínima vontade de ser barrado ou deportado. Já basta a Espanha, né!

Outro motivo que me fez tomar essa precaução foi o livro “O Médico Doente“, do Dr. Dráuzio Varella. Depois de ler um relato bastane minucioso dos efeitos da doença, principalmente vindo de um médico, fiquei um pouco, digamos, impressionado.

Toda essa introdução para dizer que hoje, finalmente, fui ao Posto de Saúde.
Para quem interesse, a vacina é dada gratuitamente todas as terças e sextas, das 14h às 20h. Eu havia ido lá ontem. Mandaram retornar hoje. Foi o que fiz.

Pra começar, me entupiram de papel. Tá, mentira. Mas me entregaram outra carteira de vacinação porque a antiga, na qual constava a Tríplice Viral, não estava assinada. Uma burocracia, no mínimo, cretina!

Sentei na cadeira e fui respondendo as informações que a enfermeira pedia. As perguntas boiavam na minha cabeça como se uma voz gritasse ao longe. O foco da minha atenção era o choro das crianças recém vacinadas. Tá, eu sei que são apenas bebês, e que bebês costumam chorar. Mas comecei a ficar meio nervoso. Não sou muito adepto de injeções, assim como 99,9% da população.

Fui orientado a esperar na fila. Foi quando o nervosismo bateu de vez. Eu sei que não dói. Mas é de família. Minha mãe mesmo, desmaiou enquanto realizavam o teste do pezinho num Francisco recém nascido, lá nos idos de 1987. Claro que não sou assim tããão fiasquento. Mas longe de mim ser um indivíduo calmo e tranqüilo.

Em meio a crise, nem olhava para o movimento do posto, só pensava em ficar mais calmo. Foi quando tive minha atenção desviada por uma mãe que segurava seu bebê de apenas um mês de idade. Muito sensato que sou, não me manifestei nem fiz festa na criança, apenas observei a bonita cena. A senhora super conveniente que sentava ao meu lado, por outro lado, não pensou duas vezes para importunar aquela pobre mãe:

velha: que bonitinho! tem quanto tempo?
mãe: um mês.
velha: é menininha, né? claro, tá de rosa!
mãe: aham.
velha: ele é prematuro?
mãe: sim, nasceu de oito meses.
velha: bem que eu vi! sabe que o filho do meu sobrinho também nasceu de oito meses e era bem pequeno que nem o seu.
mãe: aham.

Só pelas respostas secas da mãe, foi óbvia a invasão cometida por parte da senhora. Sem nenhum “semancol”, a velha continuou com as pequenas alfinetadas e disse, com aquela sabedoria que toda vó tem, “ele tá meio tortinho!”, referindo-se a posição do bebê no colo daquela mãe. Eu levei as mãos ao rosto em sinal de desaprovação a exclamação tão inoportuna feita pela velha. A cara da mãe não pode ser descrita em palavras, mas creio eu que possa ser imaginada. Fica a critério da criatividade de vocês.

Nem bem passara por aquela situação super agradável, fui chamado para receber minha vacina. Entrei na sala e esperei, com aquele pingo de nervosismo ainda misturado com a vergonha alheia do diálogo o qual acabara de escutar. Séculos depois (5 minutos potencializados pela situação) a enfermeira entra segurando aquela ferramenta malígna e pede para que eu mostre o braço esquerdo. “Mas que cara feia é essa?” perguntou ela, referindo-se ao meu pavor. Eu já branco, respondi que não era muito familiar a agulhas.

Mal fechei os olhos (tá, admito, sou fiasquento que nem minha mãe), tudo já havia acabado. Senti apenas uma picadinha. Exatamente como na descrição piegas dos médicos antes de aterrorizar enfiar uma agulha em alguém.

Antes de partir, tive vontade de perguntar se existia algum tipo de vacina contra VC (velhas chatas), mas ponderei a piada para não parecer ainda mais estúpido. Saí do posto esfregando o braço esquerdo tentando diminuir a dor inexistente naquela região. Coisas do psicológico. Parti com a missão cumprida, com mais uma nova história pra contar, e com a sensação de que, mais uma vez, havia feito uma cena ridícula.

Pelo menos não fui o único!

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Remédio pra olho… do cu

14 14UTC Março 14UTC 2008

Há certas coisas que só eu ouço. Incrível!

Hoje voltei a perambular pelo calçadão da cidade – culpa do desemprego – para comprar um par de óculos novos, já que os antigos estão bem surrados.

Explico. Ainda não contei que certa vez fui ajeitar os óculos no rosto e simplesmente ele se desmanchou na minha mão. Como sem óculos não enxergo nem minha própria sobra, fui obrigado a solucionar o problema de forma rápida e eficiente, a resposta: um pedaço de Durex!

No final das contas paguei 20 reais para que o óculos fosse consertado. Pra uma pequena solda, um valor significativo. Mas o pior preço que eu poderia pagar era justamente a situação de andar pela rua com um óculos consertado com Durex.

Como não pretendo passar por situação semelhante nas “Oropa” , decidi fazer uma armação nova. Pois bem, me dirigi a uma ótica e tratei com a balconista que havia me atendido na tarde de ontem (sim, consumidor que se preze faz pesquisa de preços).

A moça-quase-senhora foi muito simpática. Mostrou diversos modelos, deu altas explicações. Ótimo atendimento, mesmo. Só que a moça-quase-senhora é daquelas pessoas que não têm papas na língua para qualquer assunto que seja. Pelo menos foi o que pareceu. Já entenderás!

Experimentando diversas armações, algumas bizarras, me divertia bastante. Por vezes me matava rindo. Acabei me empolgando e nessa afobação pisei no pé da minha mãe. Coisa leve, mas suficiente para iniciar o assunto fungo nas unhas e supostos remédios – situação pela qual minha mãe passa no momento (e ela me mata se souber que divulguei isso).

Em meio a essa conversa super legal, a moça-quase-senhora conta que também possui problema semelhante. A mãe está gastando uma fortuna com um esmalte especial pra esse tipo de tratamento. A moça-quase-senhora, não. Em tom de suspense, com toda sua sabedoria popular, ela confessa que usa Creolina no tratamento de seus fungos.

Até aí, normal. Eu acho! O que me chamou atenção foi o segundo uso da Creolina pela moça-quase-senhora. Seguindo o rumo da conversa, a mãe lembrou, com uma certa cara de nojo, de um cidadão que utilizava o produto no rosto para a remoção de verrugas.

Foi então que a mulher, muito discretamente, aproximou-se de nós com aqueles olhos de certeza e disse: “sabe pra que mais eu uso Creolina? Eu TOMO Creolina todas as manhãs como um copo de leite pra combater as HEMORRÓIDAS!”.

As hemorróidas disse ela. Eu, dentro de uma ótica, não pude deixar de fazer a associação com “olho do cu”. Bizarro, eu sei. Mas inevitável.

A mãe, naquela situação meio constrangedora, ainda me pergunta se o “tratamento” funciona, e a moça-quase-senhora, num tom de superioridade médica afirma: “Funciona! Funciona que é uma beleza! Três gotinhas no leite e tu nem sentes!”.

Olha, se funciona mesmo, eu não sei! Pode até ser que a Creolina seja uma revolução no tratamento das hemorróidas. Mas a última coisa que eu quero saber de uma atendente de uma loja é com que produtos ela trata os danos do seu cu! Fungos, ainda vá lá, mas hemorróidas? Sério, me poupe!

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Criatividade sem Limites

14 14UTC Março 14UTC 2008

Hoje, andando pelo calçadão pelotense, vi uma idéia um tanto quanto criativa. Todos sabemos que o mês de março é o mês de volta às aulas. Bom, na verdade o mês que realmente se volta ao batente é fevereiro, mas na cabeça da gente é sempre em março que começa o ano. Enfim…

Por causa da volta do período acadêmico nas Universidades locais há sempre muitos novos estudantes, os famosos bixos. Aproveitando uma suposta superioridade, os veteranos de alguns cursos maltratam os pobres alunos aplicando os mais diversos trotes. Dentre os produtos agradáveis de se jogar numa pessoa, principalmente no cabelo, estão a erva-mate, vinagre, farinha, e é claro, a tinta.

Depois de besuntados com essa maravilhosa mistura, os bixos então saem a pedir dinheiro pelas ruas para recuperar seus pertences apreendidos pelos veteranos. Ação pra arrecadar dinheiro pra formatura. Normal.

Mas aí e que entra o fato curioso. Passando pelo chafariz do calçadão, vejo dois pivetes com algumas latas de tinta azul na mão, pintando todo o corpo. Desculpa a franqueza, mas eles não precisariam do resto dos ingredientes pra completar a sujeira e o mau cheiro. A tinta misturada a falta de banho já era suficiente.

Então, aqueles dois “meninos” de rua, mal instruídos, saíram pela rua pintados de azul como se fossem os mais novos ingressos do ensino superior de nosso país. E ainda felizes, porque pelo menos por hoje eles poderiam arrecadar mais uma graninha com uma malandragem que deu certo. Irônico, não?

Ao menos foi criativo! Vale uma boa matéria num jornal local! :p

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3 segundos, toques e outras pão durezas

13 13UTC Março 13UTC 2008

Se existe uma coisa que eu detesto é a maldita cultura popular de ligar na porra dos três segundos “pra não gastá”. Claro que eu detesto muito mais coisas, porque eu a-d-o-r-o reclamar. Mas os malditos três segundos são tão insuportaveis que exigem um pouco da minha atenção. Coisa de alguns minutos.

Eu tenho “molecular” de conta há algum tempo. Mas isso não significa que eu possua saldos infinitos ou uma sociedade com qualquer operadora de celular. Muito pelo contrário, tô devendo meu rabo de tão alta que minha conta estava nesses últimos meses.

Nos bons tempos iniciais dessa brincadeira, um saldo de R$ 35,00 reais estava a minha disposição todo mês, para que eu pudesse me dar ao desfrute de ligar e efetivamente conversar com alguém caso precisasse, ou caso essa fosse minha vontade. Havia até alguns gloriosos meses em que eu sequer ultrapassava a cota mensal, sendo os créditos excedentes acumulados para o mês seguinte. Uma magavilha!

Porém, de um tempo pra cá a situação ficou vermelha. Não sei se culpa da minha falta de controle, da burrice (?) da operadora ou de uma suposta clonagem de aparelho. Ainda não verifiquei. A questão é que estou retornando para minha fase pré-paga de telefonia móvel, porque, além de me proporcionar maior controle, a telefonia pré-paga permite aos seus usuários a famosa desculpa do “tô sem crédito”.

Não que estar sem crédito seja uma coisa boa. Mas todos aqueles que se aproveitaram da minha curiosidade, seja me INCOMODANDO com trocentos toques à cobrar, seja através daquelas CHATÍSSIMAS e infundadas conversas de três segundos, vão receber o troco. :)

Aliás, antes mesmo de fazer a troca, já comecei os trabalhos. Claro! Algumas pessoas, no auge de sua pão dureza, têm a capacidade de dar toques À COBRAR estando em casa – com um telefone fixo disponível – ou pior, estando na frente do computador. Oi!? No site da Claro dá pra mandar torpedo DI GRATIS! FOR FREE! E hello! Eu possuo celular Claro! Claro que é uma bosta e não pega em lugar nenhum, mas eu tenho! E claro que esse tipo de trocadilho é cretino, mas irresistível.

Mas voltando ao assunto… Eu o-d-e-i-o essa coisa de “economizá” fazendo o outro “gastá”. “Ah, mas o Fulaninho tem de conta, liga a vontade que ele liga de volta!”. Meu pau ligar de volta!

Não, e pior é aquela dupla super econômica que troca altas informações em intermináveis ligações de três segundos pra não gastar um mísero tostão: “oitásemcasajácheguei!” tu, tu ,tu… “aiamigaaindatônoônibus!”… tu, tu, tu… “que?” tu, tu, tu… “TONOONIBUS!” tu, tu, tu… (segue mais meia hora sem entender porra nenhuma). Sério, por que não mandam uma mensagem de uma vez? Facilita e poupa tempo, não?

Meu, tá caro usar celular? Usa o MSN, usa o correio, faz sinal de fumaça. Sei lá! Opção não falta. Mas esse jeitinho brasileiro de “pagá” mais barato me irrita, 1) porque eu não tenho paciência, 2) não tenho coordenação motora pra falar rápido, 3) não entendo bulhufas e, principalmente, 4) não sou sócio da Claro ou de qualquer operadora móvel, fixa ou saltitante.

Aliás, essa história de três segundos realmente funciona? Nunca levei fé nisso, não!

Enfim… mesmo que funcione, PÁRA de me ligar de qualquer uma dessas maneiras (isso, você mesmo)! Liga de forma normal e civilizada para que possamos ter uma conversa decente – ou não -, nem que seja por alguns segundos, mas que, obviamente, não será por três! E se não consegue, não tem grana… compra um BIP! Fica aí a dica! ;)

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Super Faxina

5 05UTC Março 05UTC 2008

Faz tempo que estou pra começar A limpeza nas velharias. Ontem foi o dia. Tirei tudo de dentro do armário e joguei no chão. O olho deve ser clínico, e o crivo, rigoroso. Sim, porque se eu não mentalizar a necessidade de jogar fora as porcarias e inutilidades, guardo tudo de novo.

Mas guardar as coisas novamente não é a pior das hipóteses. O problema realmente acontece quando começo a pegar cada pedaço de entulho e dedicar um tempo específico a ele. E em meio a muitos papéis de faculdade, caixas, cds, pastas, pó e espirros, há muita coisa legal – tirando o pó e os espirros, claro.

De espanador e flanela umedecida em mãos, com o caboclo da “Maria faxineira” incorporado – nada contra as Marias – a tarde de ontem prometia uma revolução na organização e um genocídeo contra micróbios e bactérias. Como diz a propaganda de um produto desinfetante, estava prestes a dizer adeus a neura da limpeza.

Mario BrosPorém, na primeira etapa da missão, tive minhas atenções desviadas. Ao retirar a caixa do Super Nintendo do guarda-roupas não me contive. Fiquei namorando aquelas fitas, relembrando os campeonatos e as reuniões de vizinhos em função dos jogos, e pensei “uma fase só, que mal tem?”. Que mal, pensei eu… pobre animal.

Acabou que passei 4 horas jogando ininterruptamente. Praticamente terminei o jogo em uma tarde. Coisa que nos áureos tempos da infância levava meses pra fazer. Bom, sinal de que minha capacidade mental aumentou. Menos mal!

Mas a questão principal é que todas aquelas tralhas esparramadas pelo chão continuavam lá. E vão continuar lá, porque, pelo jeito, eletrônicos têm o poder de me desviar a atenção.

E a dor de cabeça? Apesar das minhas capacidades mentais aparentemente terem aumentado, minha resistência diminuiu significativamente. Parecia que o Mario (o Bros, nada a ver com a Maria) estava pulando continuamente no lado esquerdo do meu cérebro. Game Over pra mim!

Então, depois de perder a tarde inteira jogando, retornei as minhas tarefas. Catei as revistas, os papeis, e fui separando pra jogar fora. Parecia que o foco havia retornado. Ilusão! Em meio aquela pilha de revistas de vídeo game, senti uma necessidade imensa de folheá-las. Novamente o saudosismo. Shit!

Como poderei eu me desfazer daquela coleção de revistas que com tanto carinho colecionei? Revista esta que chegou a publicar uma carta enviada por mim. Imaginem a felicidade da criança! hahaha

Pois é, minha gente. Agora encontro-me em uma encruzilhada. Jogar ou não jogar no lixo, eis a questão! E olha que a tarefa mal começou. Quero só ver quando a papelada da faculdade for o alvo principal. Aí sim que a traça vai comer. Porque duvideodó eu jogar aquilo fora!

Aliás, haja espaço pra tudo. Se algum dia a janela de algum prédio for flagrada com milhares de papeis voando fora dela, já sabem, é minha mãe tomando uma atitude radical, tá? :p

Mas já digo de antemão: o video game e as revistas FICAM! :p

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Transtorno Bipolar

4 04UTC Março 04UTC 2008

Um dos problemas mais comuns entre as pessoas que possuem algum tipo de transtorno mental é a negação. Ninguém nunca admite que tem.

Pois eu venho a público dizer que possuo o Transtorno Bipolar Blogueiro. Há vezes em que qualquer template, qualquer assunto, qualquer comentário me satisfaz. No entanto, há dias em que as coisas precisam ser melhor selecionadas. Vermelejos? Naonde que isso é nome que se apresente?

Admito também que possuo o Transtorno Obsessivo Compulsivo Virtual, mais conhecido como Síndrome do Texto Justificado. Sim! Eu crio milhares, e milhares, e milhares, e milhares… (Leila Lopes pride!) de blogs e nunca estou satisfeito com o resultado. Daí, então, vou lá e crio outro (oi? olha eu aqui de novo!).

Admito que sou hipocondríaco no que diz respeito a minha inserção na rede. Sempre acho que meus blogs estão defeituosos, com muitos, e muitos, e muitos (…) erros gramaticais. Que meus profiles, nos inúmeros sites de relacionamento os quais faço parte, estão sempre desorganizados. É triste!

Às vezes penso que minhas enfermidades são incuráveis. Mas daí vejo tantos outros blogs abandonados [1, 2], encontro no Orkut tantos perfis ridículos e tantas idéias imbecis, que acabo me contentando com meus avatares e com a minha participação nesse mundinho paralelo chamado Internet.

Então me sinto mais feliz. Embora continue o mesmo doente de sempre, pra felicidade daqueles que vivem a mercê do meu chicote!
Ou não! :)