Arquivos para a Categoria ‘Criatividade’

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Jeito Brasileiro

25 25UTC Janeiro 25UTC 2009

Métodos eficientes de se arrumar espaço em uma cozinha superlotada de equipamentos de… hum… cozinha:

- mãe, me diz uma coisa… por que a torradeira tá no chão? a gata tá cheirando…
- porque não tinha outro lugar pra colocar, oras!
- como assim? hahaha
- ai, não tinha espaço na mesa. é só pra almoçar, depois eu coloco na mesa de novo!
- ahhh! tá bom! hahaha

Se você não tem espaço, já sabe: joga tudo no chão! hahaha
ADOREI!

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Herbie

21 21UTC Maio 21UTC 2008

Alguem ai lembra do Herbie?

Pois olhem o que eu achei no estacionamento do Dunnes onde trabalho:

So uma palavra: FODA!

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Cheiro a jaula

9 09UTC Abril 09UTC 2008

Existe uma teoria não científica a qual diz que qualquer ambiente fechado com muita gente dentro tem um certo “cheiro a jaula”. Hoje, em visita aos Correios, andei pensando sobre o assunto.

Pra começar, vamos analisar o termo. Uma jaula geralmente é aberta, e isso evita a concentração do odor. “Cheiro a cela” seria um termo mais adequado, não? Bom, de qualquer forma “cheiro a jaula” é mais sonoro! “Cheiro a jaula”! Outros termos tais como “cheiro a dobradinha” ou “nhaca” já foram experimentados, mas nenhum se adequa como “cheiro a jaula”. “Jaula”.

Mas por que dessa filosofia cretina? Explico. Hoje, ao entrar nos Correios, senti um baque forte em direção a minha pessoa, como se uma massa de energia podre empurrasse meu corpo na direção oposta. Aquele cheio a suor do trabalhador, misturado a outros tantos cheiros, criou uma ambientação comum a qualquer espaço popular que não tenha janelas.

Essa situação já vem se mostrando corriqueira nesse tipo de lugar. Por isso, comecei a me perguntar sobre a ausência de sistemas de circulação de ar em ambientes fechados. No ônibus mesmo, nem adianta fugir do sovaco alheio, o “cheiro a jaula” tá instaurado no local como se fosse lei! E olha que o busão, além de ter janelas, se move!

O mesmo acontece em elevadores. Mesmo com o fluxo rápido de pessoas, um elevador é sinônimo de gente amontoada, calor, suor e, portanto, sinônimo de “cheiro a jaula”.

Pois bem. Já não bastasse a minha permanência na “jaula” chamada Correios, entrei em uma “jaula” elevador para descer do décimo ao primeiro andar de um prédio. Uma viagem relativamente longa devido as condições supra citadas. Ainda mais em um dia de calor.

Entrei eu e mais duas pessoas. Mas o elevador foi parando, e outras tantas foram entrando, superando a lotação máxima de 8 pessoas. A “jaula” foi definitivamente montada!

Um dos últimos passageiros a embarcar, um senhor muito sábio, comentou a situação com humor. “Com esse calor, às seis horas – final de expediente -, não há elevador que aguente. Vocês estão proibidos de levantar os braços!” Eu ri alto, e concordei com a afirmação como o soldado concorda com o seu superior.

Naquele momento, quis que todos os cidadãos tivessem o mesmo bom senso… Se todo mundo soubesse a hora propícia de exalar seus feromônios, o “cheiro a jaula” talvez não diminuísse, mas incidência dele nos narizes próximos seria bem menor. Nosso olfato agradeceria! E muito!

Claro que o bom senso não é o bastante sem uma estrutura mínima de circulação de ar, e obviamente, sem um bom desodorante. Além disso, cada pessoa tem seu cheiro característico, que nem sempre é agradável a todos que o cheiram. De qualquer forma, a dica do desodorante ainda continua sendo a melhor opção! E a do perfume! Ah, também tem a colônia… Dica é o que não falta!

E fica também a dica pra as empresas que se preocupam com o bem estar dos narizes, estômagos e demais partes de seus clientes e funcionários: a instalação de sistemas de circulação de ar, já!
Esse blog luta pelo movimento da LIBERDADE RESPIRATÓRIA! Jaulas, não mais! :)

P.s: Se quiser saber qual o seu cheiro proceda da seguinte forma: lamba seu antebraço do punho ao cotovelo. Esfregue um braço no outro e depois cheire!
Faça o teste e comente suas impressões!

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Criatividade sem Limites

14 14UTC Março 14UTC 2008

Hoje, andando pelo calçadão pelotense, vi uma idéia um tanto quanto criativa. Todos sabemos que o mês de março é o mês de volta às aulas. Bom, na verdade o mês que realmente se volta ao batente é fevereiro, mas na cabeça da gente é sempre em março que começa o ano. Enfim…

Por causa da volta do período acadêmico nas Universidades locais há sempre muitos novos estudantes, os famosos bixos. Aproveitando uma suposta superioridade, os veteranos de alguns cursos maltratam os pobres alunos aplicando os mais diversos trotes. Dentre os produtos agradáveis de se jogar numa pessoa, principalmente no cabelo, estão a erva-mate, vinagre, farinha, e é claro, a tinta.

Depois de besuntados com essa maravilhosa mistura, os bixos então saem a pedir dinheiro pelas ruas para recuperar seus pertences apreendidos pelos veteranos. Ação pra arrecadar dinheiro pra formatura. Normal.

Mas aí e que entra o fato curioso. Passando pelo chafariz do calçadão, vejo dois pivetes com algumas latas de tinta azul na mão, pintando todo o corpo. Desculpa a franqueza, mas eles não precisariam do resto dos ingredientes pra completar a sujeira e o mau cheiro. A tinta misturada a falta de banho já era suficiente.

Então, aqueles dois “meninos” de rua, mal instruídos, saíram pela rua pintados de azul como se fossem os mais novos ingressos do ensino superior de nosso país. E ainda felizes, porque pelo menos por hoje eles poderiam arrecadar mais uma graninha com uma malandragem que deu certo. Irônico, não?

Ao menos foi criativo! Vale uma boa matéria num jornal local! :p