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Legalmente preguiçoso

13 13UTC Abril 13UTC 2008

Manhã de um domingo nublado. Pequenas gotas de chuva que ameaçam cair. Sol ainda tímido. Perfeito pra bater aquele ronco. Condições sinônimo de preguiça! Coisa boa, né?

Coisa boa pra quem ainda tá dormindo, porque eu acordei as seis e meia da manhã. Na verdade, não sei se realmente acordei. Mas tô de pé! Melhor, tô sentado! Já sei! Tô com o olho aberto! Serve?

Enfim… O motivo desta situação singular foi a realização de um concurso público para jornalista na Universidade Federal aqui de Pelotas. Seria um bom motivo se eu não fosse viajar em breve. Eu fiz o concurso, e mesmo que fique em primeiro, não assumirei o cargo porque estarei, digamos… por aí… pelo mundo. :)

Tudo bem, mas vale a experiência, vale a participação, vale o reencontro com os colegas… Sim! Muitos coleguinhas fazendo a prova! Vários na mesma minha sala, e todos desempregados que nem eu! :p

Algo me dizia que o dia seria ótimo, afinal, já comecei com o pé direito, literalmente. Pisei em um coco de cachorro ao sair do carro, reencontrei colegas, fez frio… E eu adoro frio, mesmo não tendo levado nenhum agasalho. Passo frio, mas passo feliz! :)

A prova foi tranqüila. Levei 50 minutos pra resolvê-la toda. Desculpem a falta de modéstia, mas se eu tivesse estudado alguma coisa, teria plenas condições de ficar em uma boa colocação sem muito esforço (cof, cof!). Não que eu queira me sentir, sei lá, um dos grandes gênios da humanidade que ainda vive no anonimato, mas que a prova tava fácil, tava!

Tanto, que o que chamou minha atenção, mais do que a prova, foi a tecnologia da grade de respostas, com espaço pra colocar digital e tudo. Bacana! E o produto que se passa nos dedos some quando tu colocas o dedo no papel. Mágico! E ainda tem um plástico que reveste o local da impressão. “Bah, que tri!” Foi o que eu falei pro fiscal quando ele se dirigiu até mim para coletar a minha digital. Soa meio jeca, eu sei! Mas achei tri mesmo, oras!

Ao término da prova, pensei em ficar mais uma hora e meia dormindo na classe para então poder levar comigo o caderno de provas. Mas entre dormir naquela sala fria e naquela classe dura, ou vir pra casa e me enrolar no meu cobertor de reloginhos, optei pela segunda opção.

Voltei cantando com o som do carro em um volume considerável, apenas imaginando o momento em que chegaria em casa, no conforto do meu quarto, comeria aquela pizza adormecida, e voltaria ao meu tão estimado sono. Ainda não comi a pizza e muito menos dormi. Mas anuncio que estou prestes a cumprir estas tão horríveis tarefas. Eu, meu cobertor, e a Reese Witherspoon, dublada, em Legalmente Loira II – que passa na TNT neste momento! Programão de domingo! hahaha

Bye!