Há bastante tempo não posto nada e me envergonho disso. Tenho assuntos interessantes em mente para escrever sobre, mas por falta de tempo ou paciência, não tenho chicoteado tanto como deveria.
Hoje retorno subitamente, não para divagar sobre um assunto específico, mas para compartilhar alguns clipes legais. Andei pensando sobre o assunto, e acho válido esse registro. Obviamente são apenas alguns que lembrei agora, dos milhares de clipes massa que existe por aí. A medida em que for lembrando de mais, faço um novo post.
Madonna – Express Yourself
Jamiroquai – Virtual Insanity
Emma Bunton – Maybe
Sophie Ellis-Bextor – Mixed Up World
Ciara Feat. Justin Timberlake – Love Sex Magic
Elvis Presley vs. JXL – A Little Less Conversation
Athlete – Black Swan Song
Esse eu não consegui acoplar. Mas fica a dica. hahaha
A tecnologia avança rapidamente todos os dias. Ontem Pentium II era vanguarda, hoje não funciona para praticamente bosta nenhuma. Uma câmera digital de 2.0 megapixels era equipamento caro, agora é utensílio básico dos celulares mais modernos.
Para quem cresce com esse avanço meteórico, a adaptação é processo facilitado. Os mais jovens nascem rodeados de aparatos tecnológicos e acompanham a evolução e a complexificação das ferramentas todos os dias. Desvendá-las chega a ser entretenimento.
Para as pessoas mais velhas, no entanto, que massacravam seus dedos para datilografar um texto em folha A4, a situação complica um pouco. Há exceções à regra, logicamente. Mas de maneira geral, dentre os familiares os quais acompanho – por exemplo -, a briga é sempre a mesma.
Sou um jovem que convive com uma família sexagenária. Então tenho propriedades para falar sobre esse conflito homem versus máquina. Minha mãe é um exemplo clássico da pessoa que se interessa por computadores e tecnologias, mas que não consegue assimilar certas coisas. É normal. Mas há momentos em que chega a ser engraçado. E irritante.
A máxima acontece quando há associações bizarras do tipo “se ele gira aquele botão para aumentar o som no computador dele, então o mesmo botão vai aumentar o volume no meu.” O problema é que os equipamentos estão em cômodos DIFERENTES sem conexão ALGUMA. No final das contas, quem acaba com o som nas alturas sou eu. Típico, aceitável e, obviamente, cômico.
Mas há vezes que irritam também. Errado porém inevitável, porque é difícil de entender por que as pessoas não conseguem assimilar as coisas. Talvez quando for sexagenário eu entenda. Hoje esse processo empático é muito complexo para mim.
Tenho certeza que muitas outras pessoas se identificam nesse ponto. Esses dias, caminhando pelos corredores da Fenadoce, vi uma cena tão lamentável que segurar a risada foi um exercício intensivo de autocontrole. Uma senhora, de câmera fotográfica em punho, segurou o aparelho ao contrário para bater a foto da neta. Colocou o ZOOM no OLHO e não entendia porque não conseguia bater a bendita foto. A guria, olhando para os lados, meio acanhada, gritava: “não! é do outro lado!”
É triste, eu sei. Mas é impossível negar a graça da situação. Quem convive tanto com tecnologia chega ao ponto de banalizar situações como fotografar, e assim acaba por não entender como uma pessoa com o mínimo de cérebro consegue fazer uma coisa dessas.
Abrir as portas desse novo mundo virtual aos nossos pais e avós é um exercício de paciência. E com halteres bem pesados. Mas precisamos dessa dedicação. Afinal, foram eles que tiveram paciência com NOSSO aprendizado no inicio de tudo. Um aprendizado relâmpago se comparado com esse inverso, claro. Mas que também exigiu paciência. MUITA paciência.
Eu não sei se o problema seria minha racionalização extrema sobre as decisões. Mas fazer escolhas sempre foi uma dificuldade para mim. Claro, se me apresentam argumentos plausíveis para determinada posição, não penso duas vezes. O que incomoda é quando não há esses argumentos. Ou quando há, mas em nível de igualdade.
Eis que surge este indeciso compulsivo. No sentido mais fútil da coisa, sou indeciso até na hora de comprar uma peça de roupa. Agora imaginem quando a situação se reflete em uma escolha mais complexa como vida profissional. Fico mais perdido do que cusco em tiroteio. Não sei se vou ou se fico se fico ou se vou.
E o mais incrível é que as escolhas difíceis caem na minha vida constantemente. Provavelmente eu esteja dramatizando, porque isso acontece com todo mundo. E, ao contrário do que possa parecer, não estou reclamando. Até porque é melhor ter opções do que não tê-las. Mas me incomoda ser um cara com opiniões bem formadas e construídas, e ao mesmo tempo, um cara que (ainda) não sabe exatamente o que quer da vida.
Se penso nos prós da opção A, logo me vêm os prós da opção B. Acontece que a equação A+B não tem solução. Então é A ou B. E quando estou mais inclinado a uma delas, me surge a porra de uma opção C. Nesse momento surge a irritação e a vontade súbita de rabiscar esse alfabeto e amassar essa matemática.
Mas não adianta. Não dá para perder o controle. As escolhas surgem e as decisões precisam ser tomadas, por mais difíceis que possam ser. Às vezes gostaria de ser mais emocional e de me jogar mais de cabeça nas coisas, sem refletir muito. Essas impulsividades são boas na vida da gente. Mais inconsequentes, claro. Mas sem dúvida mais fáceis.
Sinceramente, não sei o que fazer com relação a várias tomadas de decisão. Como de costume, ainda não decidi nada. Nem sobre como finalizar este texto.
O mundo é uma coisa irritante. Fato! Obviamente existem coisas maravilhosas nele (sei lá, tipo… eu?). Mas com certeza existem também alguns fatos do cotidiano que irritam muito e eu, como sou uma pessoa que adora reclamar, resolvi enumerar algumas situações e ações que ME incomodam e que, tenho certeza, te incomodam também.
Pra começar, nada melhor do que o, tchan tchan tchan tchaaaan, trânsito. Não é a toa que as pessoas se matam no trânsito, né galera. Neguinho sai estressado do trabalho e vê um débil mental fazer zoeira, daí já era. Se alguém discorda que o trânsito não é irritante, essa pessoa é o ser que menos reage a estímulos no universo inteiro. Sim, porque qualquer tipo de reação de um motorista alheio que diga respeito ou interfira no modo como diriges é algo MUITO irritante. Quem gosta de buzina? Só se for pra buzinar, claro.
Comecemos então pela lentidão, quando o motorista da frente anda beeeeeem devagar no sinal verde, daí ele passa voando na amarelo e te deixa esperando no vermelho. Vontade de matar, não? Ou quando és o terceiro da fila esperando o sinal abrir, daí o verde acende e os carros arrancam a MEIO QUILÔMETRO POR HORA. Até o momento que é a tua vez de cruzar… pimba, sinal vermelho de novo. Irrita só de pensar.
Também tem aquela situação em que tás esperando um dilúvio de carros passar pra cruzares aquela avenida movimentada. Daí quando a rua tá quase vazia, vem aquele tio dirigindo BEM devagar. Quando ele passa, todos os carros da humanidade já alcançaram ele, e tu continuas ali, esperando mais meia hora.
Sem contar quando queres estacionar numa vaga e ninguém deixa tu dares ré. “Tchê… SAI!!!!” Mas isso nem se compara quando o cara se mete na tua frente e ROUBA a vaga que estavas esperando há séculos.
Mas o que MAIS me irrita mesmo são os guardadores de carro. Por que RAIOS eu tenho que te pagar por ter ficado estacionado CINCO MINUTOS em um lugar PÚBLICO e, pasmem, com a minha mãe DENTRO do carro? E, cara, é falta de educação contar as moedas que te dei na MINHA FRENTE! E não adianta fazer cara feia porque eu NÃO vou te dar mais, ok? Saco…
Não, e a melhor parte é quando eles estipulam o preço: “amigo, 2 reais aí!” Pra começar que eu NÃO sou teu amigo, nem tio (eu com cara de tio, pode?), nem parceria, nem tenho qualquer outro tipo de vínculo próximo. Segundo, eu pago o quando EU QUISER, tá legal.
Gente, não tô fazendo apologia ao crime no trânsito. Nem quero que as pessoas saiam voando por aí. Mas, pô, lugar de tartaruga é na reserva do Taim, né. O limite máximo é 40, mas o mínimo é 20! É TEM mínimo. Então acordem pra vida porque, senão, uma buzinada minha acorda.
Mas se vocês quiserem matar um ou dois desses guardadores eu não me importo, viu! Fica aí a dica!
Em 2008 toda realidade vivida por mim durante 21 anos foi quebrada, não em um passe de mágica, mas em um passe de avião. Saí da minha pacata vida de cidadão pelotense rumo a mais pacata ainda vida de turista irlandês (sim, porque cidadão nunca! credo!).
Morei “sozinho”. Ou quase isso…
Precisei lavar pratos. Precisei lavar minhas próprias roupas – sempre separando as claras das escuras! Precisei trabalhar arduamente para sustento do estômago e recheio da carteira. Precisei dar bronca em marmanjo a fim de ensiná-lo a seguir a escala de limpeza do banheiro (e assim me tornei o orgulinho da mamãe). Enfim, precisei de muitas novas atitudes.
E como se isso não fosse o suficiente, tive a oportunidade de realizar um grande sonho: coloquei a mochila nas costas, o pé na estrada e parti pro mundo. Estive em lugares os quais nunca imaginei que visitaria. Conheci pessoas incríveis e aprendi muito com elas. Aprendi com as pessoas cretinas também, aliás.
Não aproveitei tudo que pude, mas realizei tudo aquilo que sempre desejei.
Saí com um saldo super positivo desse ano tão incomum na minha vida. E mesmo assim, não me sinto completamente realizado. Sinto que o mundo tá aí pra ser desbravado, que as pessoas estão aí para serem conhecidas, e as culturas para serem experienciadas.
Quando voltei pro Brasil já estava com muitas saudades de todo aquele pequeno mundo que me cercou durante uma vida inteira. Não via a hora de chegar em casa! Foi dessa forma a qual percebi que não há nada como nosso lar. É sempre bom ter um canto de conforto pra onde sempre se possa voltar.
Veja bem, VOLTAR! Verbo que pressupõe a partida. Hoje é isso que absorvo: não há nada no mundo melhor que o MEU mundo. Mas não há nada que nos faça perceber isso senão as diferentes realidades de outros mundos.
Os planos para o futuro são variados. Quero partir e aproveitar o que o mundo tem a me oferecer. Mas não quero um pacote fechado. Quero poder voltar e contribuir contando com aquilo que aprendi. Peço muito? Talvez. Mas é isso que eu quero e é disso que vou atrás. Nem que os tiros sejam dados em direção a todos os pontos cardeais.
Algumas pessoas dizem que blogueiro não tem mais nada que fazer além de ficar escrevendo inutilidades na internet.
Como diria Luka: tô nem aí, to nem aííí… Até por que tem gente que emprega energia em coisas muito piores:
Vamos orar baixinho, pufavô?
Pelo menos a coisa não é totalmente despropozitada. Compreendo a causa. Uma procissão já passou em frente a minha casa, em plena madrugada, gritando orando o “Pai Nosso”, o “que estais no céu” e o “santificado seja o vosso nome”.
Mas foi uma única vez, então não tenho muito do que reclamar.
De qualquer forma virei FÃ, porque criar site pra causa foi O MÁXIMO! Já tinha ouvido falar do problema através daqueles spams, sabe? Mas saber que o movimento é concreto torna a piada ainda mais engraçada.
De resto, só tenho a rezar (baixinho) para que Deus ouça o apelo dos coitados.
(desculpa, não resisti! :p)
UPDATE: peloamordedeus, leiam os relatos. OS RELATOS:
Sou membro da igreja Ass. de Deus e graças a Deus no Bairro onde moro têm igrejas evangélicas de várias demoninações, não vejo e nem ouço falar de nenhuma reclamação inclusive de barulho até porque temos que respeitar o próximo e na Bíblia diz que devemos seguir a paz com todos.
Demoninações? Como assim, Bial? Que Igreja do Demo é essa? MEDO!
E acho tri quando as pessoas seguem tão a risca o que diz na Biblia. Será que se o padre ler uma frase do tipo “daí Jesus virou um tabefe em Judas e gritou: vós sois um cretino!” durante a missa, como se estivesse escrito no capítulo 9, versículo 200 (sei lá, whatever), será que neguinho ia descer o cacete?
Desculpa, mas eu nunca li a Bíblia e sei que, civilizados como somos nozes (?), devemos manter a paz entre os hombres. Dã!
E outra, se tá ESCRITO, não pode ler não? Tem que gritar? Será que os padres são surdos ou os fiés que não lavam as orelhas? Fica aí a questão!
Contexto: janta coletiva com o pessoal aqui de casa ontem a noite. Assuntos aleatoriamente idiotas.
Ismael: cara, se no verão eu já tô sentindo um pouco de frio aqui, imagina no inverno. Esses aquecedores não resolvem nada! Vou ter que dormir abraçado no aquecedor…
Todos: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
…
Contexto: André, eu, Dartanhan e Fernanda no quarto. Eu na parte superior do beliche, Dartanhan e Fernanda na parte de baixo, e André na cama de solteiro. Eu e André conversando no MSN.
Francisco Lima diz: eles tão trepando aqui
Francisco Lima diz: a cama tá sacodindo
André Luiz diz: UHAUEHAUEHAUEHAUEHA
…
Francisco Lima diz: tão cochichando
André Luiz diz: MEU, SE ALGUÉM LEVANTAR EU VOU RIR
André Luiz diz: NÃO AGUENTO, TÔ QUASE RINDO AQUI
André Luiz diz: UAHEUAHEUAHEUAHEA
…
Francisco Lima diz: me lembrei do guri dizendo que ia dormir abraçado no aquecedor
Francisco Lima diz: hahahahahahahahaha Contexto: André Luiz e Francisco Lima riem muito alto! Dartanhan levanta e reclama.
…
Contexto: barulhos de ronco!
André Luiz diz: quem tá roncando?
Francisco Lima diz: um dinossauro
André Luiz diz: UAEHUAHEUAEHAUEHAUEHUA
Contexto: André Luiz ri MUITO alto!
Francisco Lima diz: hahahahahah
Francisco Lima diz: vais acordar o dinossauro, meu
Francisco Lima diz: imagina se é a guria que ronca assim
Francisco Lima diz: que monstra
Contexto: André Luiz gargalha! Dartanhan acorda.
Francisco Lima diz: viu, acordou!
Contexto: Francisco Lima e André Luiz riem alto. MUITO alto! Dartanhan reclama novamente, ri junto, apaga a luz e deita-se.
Eu tava me programando pra escrever hoje sobre a viagem de Londres mas, como a vida aqui não tem rotinha nenhuma, os planos já mudaram.
Hoje, novamente, estou pondo o pé na estrada. Dessa vez para uma cidade mais próxima e menos conhecida chamada Galway. Neste momento estou na casa da Jéssica esperando as gurias se arrumarem. Pontualidade zero.
A viagem se resumirá ao dia de hoje, simplesmente. Mas será diferente das outras porque será uma viagem genuinamente roadtrip. Alugamos um carro, um GPs, e estamos a mercê das rodovias irlandesas.
Não sei ainda o que nos espera. O sol tá brilhando forte tornando o dia muito propício pra viajar. Não sei se o lugar compensa. A minha certeza é que as risadas e a diversão tão garantidas.
E a minha abstinencia de direção tá chegando ao fim! Eeeeee!
Na volta comento quais as impressões de dirigir na mão contrária! hehehe
Da janela do avião pude confirmar o que li em algumas comunidades do Orkut: a Irlanda é um fazendão!
Impressionante! Lá de cima eu só via áreas verdes. Claro que essa visualização foi limitada! O aeroporto é um pouco afastado da cidade, então não cheguei a sobrevoar a parte realmente urbana.
Da parte “rural”, achei interessante as divisórias das propriedades. Se há cercas, não pude ver lá de cima, mas todas as divisões de terra são feitas com árvores. Até as de áreas cultivadas.
Da parte urbana, o mais legal são os prédios antigos, de mil-e-lá-vai-cacetada, e a estrutura da cidade, super mega organizada e limpa. Mas limpa porque, apesar dos Irishs serem porcos, há sempre um “trator” de limpeza sobre as calçadas, evitando o acúmulo de lixo.
Dublin é uma cidade nublada e fria, que está dividida em bairros (vou chamar de bairros) numerados de 1 a 24, fora outras localidades com outros nomes. Ao norte estão os bairros ímpares, e ao sul, os pares.
Eu, atualmente, moro no Dublin 24. Coisa de 50 minutos de Dublin 1, o centro da cidade.
Os primeiros “bairros” são bem próximos uns dos outros. Já os de maior número, ficam super distantes. São conjuntos de casas IGUAIS aglomeradas e rodeadas por imensas áreas verdes, onde os Irish praticam esportes, caminham e passeiam com os seus cães. Aliás, um esporte MUITO praticado aqui é o futebol. Febre total!
Sobre a zona ímpar não posso falar muito porque ainda não estive por lá. Minha vidinha ainda se resume ao caminho escola/centro – casa, devido a distância. Mas já estou procurando um lugar mais ao centro pra morar.
Durante minha primeira semana aqui, ao contrário da normalidade, abriu um puta sol. Já cheguei iluminando geral a vida das pessoas! hehehe
E engraçado que, com o mínimo de sol e calor, os Irish já se pelam. Eu, acostumado com o frio, ando de manta e casaco. Eles, mais acostumados ainda, põe regata. Mal abriu meio raio de sol, já tá todo mundo de pernas e braços expostos.
Se bem que se o uniforme feminino de alguns colégios é uma SAIA, é porque realmente eles não sentem tanto frio assim.
Sobre a brasilidade irlandesa devo dizer que… é grande! Tem muito brasileiro aqui! Aliás, tem muito estrangeiro. Dublin não deveria se chamar Dublin, deveria se chamar Babel!
E o mais irônico disso tudo é que o povo que mora aqui tá sempre reclamando. Odeia! Principalmente os brasileiros. Sentem saudades do Brasil, reclamam que as coisas não são fáceis. Sempre tem neguinho querendo te colocar pra baixo! Mas na primeira oportunidade o cara tá renovando o visto e pagando mais um ano de curso. Há pessoas que tão há milênios aqui! Os orientais batem o recorde, com 5, 6 e até 7 anos de permanência no país.
Isso é bom e ruim. É ruim porque tu não te vês obrigado todo o tempo a te comunicar em inglês. O lado bom é que não nos sentimos tão sozinhos, sempre há alguém com quem contar. E isso o povo brasileiro tem de legal, todo mundo é muito unido e todo mundo se ajuda.
Enfim… Minhas primeiras impressões foram essas: Dublin é fria e nublada, há todos os idiomas possíveis – principalmente o português -, as pessoas aqui não sentem frio, e o sol sempre se mostra quando eu saio na rua.
É um pouco diferente do que imaginei. Mas pra começar, tá bom! Esperemos cenas dos próximos capítulos!